A ideia seria que mais tarde ele venha cá e releia, como eu reli o diário do meu Pai.
No meio de todos aqueles registos houve algo de positivo, que me tranquilizou depois da sua morte. A sensação de que alguma coisa que não tinha sido falada estava lá, e tinha sido sentida por ele. E isso foi muito bom.
Este objectivo já foi por mim pensado várias vezes. Talvez até já tenha sido escrito. mas por alguma razão não estou em paz com ele.
Queria que fosse positivo, tenho receio que por vezes seja sombrio.
Queria que fosse interessante para ele ler no futuro, com memórias válidas e úteis, e penso que se perde muitas vezes num conjunto de sentimentos pessoais e profundos, anteriores, desconexos da realidade que motivo a criação do blog.
Queria também que fosse lido. E ainda não encontrei formula para garantir que um dia, mais tarde, ele vai ter acesso. De preferência depois de eu morrer e entrar finalmente num processo de paz completo, como aconteceu comigo e com os diários do meu Pai, dos quais sabia a existência mas nunca lia. Por respeito e distância.
Queria que fosse positivo, tenho receio que por vezes seja sombrio.
Queria que fosse interessante para ele ler no futuro, com memórias válidas e úteis, e penso que se perde muitas vezes num conjunto de sentimentos pessoais e profundos, anteriores, desconexos da realidade que motivo a criação do blog.
Queria também que fosse lido. E ainda não encontrei formula para garantir que um dia, mais tarde, ele vai ter acesso. De preferência depois de eu morrer e entrar finalmente num processo de paz completo, como aconteceu comigo e com os diários do meu Pai, dos quais sabia a existência mas nunca lia. Por respeito e distância.