31 de dezembro de 2011

Sem reacção

Por incrível que pareça, hoje, mais de três anos depois de desapareceres daqui, de junto de nós, encontrei um antigo colega teu que me falou de ti com um sentimento e uma saudade surpreendente. Não esperava, e fiquei desarmado, sem reacção.
Valeram os elogios ao nosso rapaz e à sua postura e alegria.
Mas foi desgastante e cansativo. Fiquei com a sensação de que tinha chorado várias horas seguidas. Sem vontade de falar, com a garganta seca, com os olhos pesados, com vontade de dormir e deixar o tempo correr.
E no meio disso tudo, a confirmação de que mais uma vez me parece que ele está bem. Algo com que estavas tranquila, e com o qual eu fico tranquilo também, por teres tido razão nessa tua visão das coisas.
Beijo.