Por incrível que pareça, hoje, mais de três anos depois de desapareceres daqui, de junto de nós, encontrei um antigo colega teu que me falou de ti com um sentimento e uma saudade surpreendente. Não esperava, e fiquei desarmado, sem reacção.
Valeram os elogios ao nosso rapaz e à sua postura e alegria.
Mas foi desgastante e cansativo. Fiquei com a sensação de que tinha chorado várias horas seguidas. Sem vontade de falar, com a garganta seca, com os olhos pesados, com vontade de dormir e deixar o tempo correr.
E no meio disso tudo, a confirmação de que mais uma vez me parece que ele está bem. Algo com que estavas tranquila, e com o qual eu fico tranquilo também, por teres tido razão nessa tua visão das coisas.
Beijo.