Este mês de Abril foi terrível. De uma pressão tremenda no trabalho, de uma angústia permanente, de um cansaço, físico, psicológico, até mesmo com consequências no meu estado de saúde, dificuldade em estar alerta, baixa de tensão, pouco sono, muito poucas horas de sono.
Um desgaste tremendo e um desconforto muito grande com o trabalho, uma desilusão permanente, um desinteresse, uma dificuldade sequer em falar com as pessoas (algumas das pessoas) com quem tenho de trabalhar. Tudo isso rodeado de uma falta de consideração, de respeito mesmo, que é difícil de descrever.
E no meio disso tudo, na descida para o viaduto Duarte Pacheco, do nada, de uma memória, de um som de um pensamento, voltei a chorar por teres morrido, assim, com dor, com sofrimento.