Aquela da cena da melancolia, fez-me pensar.
Mas não. Não é melancolia. É respeito. Saudade, e uma tentativa sempre frustrada de corrigir algo.
Gostava de um dia poder explicar ao rapaz que estive aqui, de vez em quando, a falar de ti, de nós, dele, com respeito por ti, com saudade e com um sentimento de que nem tudo foi bom, mas que muito de bom se perdeu.
Há um lado incompreensível na tua morte.
Eu não consegui ainda perceber. Mas não desisto de tentar.
Daí, continuo, a tentar perceber.
Beijo
Saudade.