Quem diria que nove anos depois de te ver pela última vez, estaria neste mesmo dia a tocar, num jantar, aquilo que me impulsionaste a aprender. Quem diria, tanto tempo depois ainda ia sentir um peso nos olhos de tudo o que correu mal naquele ano de 2008. E ia sentir de novo que talvez devesse neste dia guardar sossego e silêncio. Mas não pude. E aconteceu assim.
Lembrei-me de ti. Hoje, mil vezes.
Beijos
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