Ana. Queria tentar perceber o tempo que passou e que continua a passar. Tentar perceber para onde foi tudo o que viveste, tudo o que sentiste, tudo o que fizeste. Tentar perceber o que aconteceu, porque aconteceu assim, como é possível não estares aqui? Se conseguisse, gostava também de guardar algumas memórias para o futuro. Escrever para não esquecer coisas tuas e coisas nossas. Escrever por vezes sem saber muito bem porquê nem para quê, à espera que um dia, algo faça sentido. Beijo. Saudade.
22 de setembro de 2015
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Seriam hoje.
A saudade hoje é difusa e macia como seda. Do nada, inesperado, surge um reflexo, um sinal, que desencadeia a memória, que desperta a saudade. Essa saudade suave.
É como se tudo estivesse bem, como se fosse quase uma memória boa, excepto o amargo de não estares aqui.
A saudade hoje é difusa e macia como seda. Do nada, inesperado, surge um reflexo, um sinal, que desencadeia a memória, que desperta a saudade. Essa saudade suave.
É como se tudo estivesse bem, como se fosse quase uma memória boa, excepto o amargo de não estares aqui.
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